domingo, 21 de maio de 2017

Nova relação com Jesus [José Antonio Pagola]

A leitura que a Igreja propõe neste domingo é o Evangelho segundo João 10,1-10 que corresponde ao Quarto Domingo de Páscoa, ciclo A do Ano Litúrgico. O teólogo espanhol José Antonio Pagola comenta o texto.

Eis o texto

Nas comunidades cristãs, necessitamos viver uma experiência nova de Jesus, reavivando a nossa relação com Ele. Colocá-Lo decididamente no centro da nossa vida. Passar de um Jesus confessado de forma rotineira para um Jesus recebido vitalmente. O evangelho de João faz algumas sugestões importantes ao falar da relação das ovelhas com o seu pastor.
A primeira é “escutar sua voz” com toda sua frescura e originalidade. Não confundi-la com o respeito às tradições nem com a novidade das modas. Não nos deixarmos distrair nem aturdir por outras vozes estranhas que, mesmo que se escute no interior da Igreja, não comunicam a sua Boa Nova.
É importante, também, sentir-nos chamados por Jesus “pelo nosso nome”. Deixar-nos atrair por Ele. Descobrir pouco a pouco, e cada vez com mais alegria, que ninguém responde como Ele às nossas perguntas mais decisivas, aos nossos desejos mais profundos e às nossas necessidades últimas.
É decisivo “seguir” Jesus. A fé cristã não consiste em acreditar em coisas sobre Jesus, mas em acreditar Nele: em viver confiando na Sua pessoa; em inspirar-nos no seu estilo de vida para orientar a nossa própria existência com lucidez e responsabilidade.
É vital caminhar tendo Jesus “diante de nós”. Não fazer o percurso da nossa vida em solidão. Experimentar em algum momento, ainda que desajeitadamente, que é possível viver a vida desde a sua raiz: desde esse Deus que se nos oferece em Jesus, mais humano, mais amigo, mas próximo e salvador que todas as nossas teorias.
Esta relação viva com Jesus não nasce em nós de forma automática. Vai-se despertando no nosso interior de forma frágil e humilde. De início é quase só um desejo. Em geral cresce rodeada de dúvidas, interrogações e resistências. Mas, não sei como, chega um momento em que o contato com Jesus começa a marcar decisivamente a nossa vida.
Estou convencido de que o futuro da fé entre nós está a decidir-se, em boa parte, na consciência de quem neste momento se sente cristão. Agora mesmo a fé está a reavivar-se ou está a extinguir-se nas nossas paróquias e comunidades, no coração dos sacerdotes e dos fiéis que as formamos.
A descrença começa a penetrar em nós desde o mesmo momento em que a nossa relação com Jesus perde força ou fica adormecida pela rotina, a indiferença e a despreocupação. Por isso, o papa Francisco reconheceu que “necessitamos criar espaços motivadores e de cura […] lugares onde regenerar a fé em Jesus”. Temos de escutar sua chamada.
Fonte: Publicado pelo site do Instituto Humanitas, 05/04/2017.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Dinâmica Campanha da Fraternidade 2017

Para desenvolver o tema da Campanha da Fraternidade 2017 “Fraternidade: biomas brasileiros e defesa da vida” e o lema “Cultivar e guardar a criação” (Gn 2.15) é necessário sondar das crianças o que elas sabem sobre o assunto, como elas cuidam da criação de Deus etc.
Para isso, podemos atingir o objetivo de uma maneira dinâmica. O catequista distribuirá um balão e uma ficha com uma pergunta, o catequizando dobra a pergunta e coloca dentro do balão, em seguida enche o balão e amarra.
O catequista coloca uma música bem legal e todos os catequizandos realizam a troca de balões jogando-os para cima. Não vale estourar os balões. Após a troca de balões todos sentam no chão em circulo com o balão na mão. O primeiro catequizando estoura o balão, tira a pergunta, escolhe um colega e faz a pergunta para o escolhido responder. A cada pergunta feita, o catequista junto com a turminha vai refletindo sobre as respostas.
Vejam quais perguntas podem ser feitas:
  1. O que você faz para poupar água?
  2. O que você pode fazer para poupar energia elétrica?
  3. O que você pode fazer para diminuir a produção de lixo?
  4. O que você faz para colaborar com o meio ambiente?
  5. O que você mais gosta na natureza?
  6. Você se considera parte da natureza? Por quê?
  7. Qual a importância da água?
  8. Qual a importância da terra?
  9. Para você, qual é o maior problema ambiental?
  10. A pobreza é um problema ambiental? Por quê?
  11. A superpopulação urbana é um problema ambiental? Por quê?
  12. O que você pensa sobre pássaros em gaiolas?
  13. O que você pensa sobre consumismo?
  14. Como você se sente quando vê pessoas com má postura ambiental?
  15. Qual o lugar que você mais gosta de estar? Por quê?
  16. Pra você, quais as diferenças entre viver em um ambiente urbano (cidade) e um ambiente rural (campo)?
  17. Para você, por que é tão difícil mudar hábitos e atitudes?
  18. Você acha que a catequese ajuda com o meio ambiente?
  19. Você se preocupa com o meio ambiente? Por quê?
  20. Se Jesus Cristo voltasse hoje, o que diria sobre o mundo criado por Deus e dado a nós para cuidar?  Do blog catequese com crianças.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Campanha da Fraternidade 2017- Por onde começar?

Bioma Pantanal. Imagem: Reprodução

Para você começar a se preparar para a campanha da Fraternidade 2017:

1. Leia sobre o bioma do Estado onde você mora, pois devemos cuidar especialmente deste pedaço do mundo em que vivemos. É no lugar onde moramos que iremos propor ações para cuidar do meio ambiente.  É neste espaço que iremos contribuir diretamente para tornar o mundo melhor. O mundo é grande e cada um de nós tem sua pá de responsabilidade para cuidar desta casa comum. Então, antes de qualquer coisa, conheça o lugar onde você mora, as particularidades da vegetação, os principais problemas que afetam o meio ambiente, as interferências do homem  que  desmatam o bioma e colocam em risco os recursos naturais. O conhecimento forma identidade com o lugar onde se vive. Eu, por exemplo, moro no Cerrado. E você?



Biomas Brasileiros

Imagem: Google



 Dicas para o encontro de catequese: Você pode levar fotos da vegetação, da fauna e da flora da região  onde mora. Seria interessante se fossem fotos pessoais, de algum lugar que visitou. Poderia, inclusive, organizar algum passeio para um parque ou uma reserva ecológica.  Pode ainda citar alguns parques nacionais bem conhecidos da região.

*Por exemplo,  na Bahia, o Parque Nacional da Chapada Diamantina fica numa área de transição de biomas, por isso apresenta mais de um bioma, como cerrado e caatinga.  (clique aqui para ler mais sobre a Chapada Diamantina)

*No Goiás, tem o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, com o bioma cerrado e muita fauna e flora. Clique aqui para ler mais sobre a chapada dos veadeiros.


 2. Procure se atualizar sobre as notícias da sua região que falam sobre o meio ambiente. Podemos levar para a sala de catequese discussões sobre problemas atuais da própria comunidade em que vivemos e como podemos cuidar do pedaço de terra, fauna, flora, rios e vegetação que fazem parte do nosso "quintal". Procure fatos e acontecimentos que são próximos aos catequizandos, do bairro e cidade onde moram,  notícias nacionais de grande repercussão sobre o meio ambiente, os desastres ambientais etc.  Precisamos falar sobre como "cuidar da nossa comum", conscientizar, e, claro, adequando a linguagem para cada   etapa da catequese, mas sem subestimar as crianças achando que não entenderão.

Por exemplo, aqui em Brasília estamos vivendo tempo de seca, de racionamento de água. Pode-se levantar discussões sobre isso: as possíveis causas da seca, o que os desmatamentos, a agropecuária contribuíram para a seca na região etc. Um exemplo que pode ser citado em Minas Gerais, é o acidente com a barragem que se rompeu lá. Foi um desastre de grandes proporções  e causou vários impactos ambientais. Esses acontecimentos são o "ver" do nosso encontro. Lembre-se que devemos olhar a realidade para depois iluminar com a palavra de Deus, construindo, com todos, responsabilidades e mudanças (agir).  Em turma de jovens e adultos, fique à vontade para aprofundar esses debates e contribuir, assim, para formar uma consciência ambiental. 

3.  Pense nas responsabilidades e no que cada um pode fazer para melhorar o "pedaço de terra onde mora."  É possível trabalhar as consequências boas e más da interferência do homem nos biomas. E,  ao final, construir  responsabilidades pessoais e sociais: o que eu posso fazer para cuidar do planeta? O que meu vizinho pode fazer? O que o Estado pode fazer? O que as empresas e indústrias podem fazer? O que nós, como Igreja e comunidade de Cristo, podemos fazer para cuidar do meio ambiente e da criação de Deus?

E que tal sair da sala de catequese para realizar alguma atividade de cuidado e proteção com a natureza? Alguma atividade que desperte para a importância de proteger a natureza. Ou mesmo uma catequese ao ar livre, observando as árvores e matas ao redor, os sons da natureza,  isso só já contribui para fazer as pessoas sentirem-se responsáveis para zelar por tudo o que Deus criou para nós. Para os jovens e adultos, pode-se  pensar num trabalho mais engajado de  observar as gestões públicas sobre o meio ambiente e de como podem exercer a cidadania ao vigiarem isso. Lembro de um texto de Clarice Lispector: "Eu sou uma pessoa muito ocupada: tomo conta do mundo."


3. Leia o Texto-base da Campanha da fraternidade 2017. O texto segue o método ver-julgar-agir. Apresenta os biomas brasileiros, suas características, biodiversidade, sociodiversidade, fragilidades, desafios,  contextualização política, contribuição eclesial (ver).  Depois, o texto ilumina essa realidade com a palavra de Deus e o magistério da Igreja: "É preciso que a constatação das riquezas e dos desafios ligados ao tema da Campanha da Fraternidade seja levada à ação a partir de uma reflexão serena e profunda dos ensinamentos da tradição cristã." 

Por fim, apresenta o agir: "O agir da Campanha da Fraternidade de 2017 está em sintonia com a Doutrina Social da Igreja, principalmente com a encíclica Laudato SI e com a Campanha da Fraternidade Ecumênica de 2016. Elas indicam a necessidade da conversão pessoal e social, dos cristãos e não cristãos, para cultivar e cuidar da criação. A encíclica Laudato Si propõe a ecologia integral como condição para a vida do planeta."  

A Igreja propõe ações para cada bioma brasileiro.







"O urgente desafio de proteger a nossa casa comum inclui a preocupação de unir toda a família humana na busca de um desenvolvimento sustentável e integral, pois sabemos que as coisas podem mudar. O Criador não nos abandona, nunca recua no seu projecto de amor, nem Se arrepende de nos ter criado. A humanidade possui ainda a capacidade de colaborar na construção da nossa casa comum. Desejo agradecer, encorajar e manifestar apreço a quantos, nos mais variados sectores da actividade humana, estão a trabalhar para garantir a protecção da casa que partilhamos. Uma especial gratidão é devida àqueles que lutam, com vigor, por resolver as dramáticas consequências da degradação ambiental na vida dos mais pobres do mundo. Os jovens exigem de nós uma mudança; interrogam-se como se pode pretender construir um futuro melhor, sem pensar na crise do meio ambiente e nos sofrimentos dos excluídos."

Cris Menezes
Catequista


Brasília-DF

Campanha da Fraternidade 2017


A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) publicou o texto-base da Campanha da Fraternidade (CF) de 2017. Com o tema “Fraternidade: biomas brasileiros e defesa da vida” e o lema “Cultivar e guardar a criação” (Gn 2.15), a iniciativa alerta para o cuidado da criação, de modo especial dos biomas brasileiros.
Segundo o bispo auxiliar de Brasília (DF) e secretário geral da CNBB, dom Leonardo Ulrich Steiner, a proposta é dar ênfase a diversidade de cada bioma e criar relações respeitosas com a vida e a cultura dos povos que neles habitam, especialmente à luz do Evangelho. Para ele, a depredação dos biomas é a manifestação da crise ecológica que pede uma profunda conversão interior. “Ao meditarmos e rezarmos os biomas e as pessoas que neles vivem sejamos conduzidos à vida nova”, afirma.
Ainda de acordo com o bispo, a Campanha deseja, antes de tudo, que o cristão seja um cultivador e guardador da obra criada. “Cultivar e guardar nasce da admiração! A beleza que toma o coração faz com que nos inclinemos com reverência diante da criação. A campanha deseja, antes de tudo, levar à admiração, para que todo o cristão seja um cultivador e guardador da obra criada. Tocados pela magnanimidade e bondade dos biomas, seremos conduzidos à conversão, isto é, cultivar e a guardar”, salienta.
Além de abordar a realidade dos biomas brasileiros e as pessoas que neles moram, a Campanha deseja despertar as famílias, comunidades e pessoas de boa vontade para o cuidado e o cultivo da Casa Comum. Para ajudar nas reflexões sobre a temática são propostos subsídios, sendo o texto-base o principal.
Dividido em quatro capítulos, a partir do método ver, julgar e agir, o texto-base faz uma abordagem dos biomas existentes, suas características e contribuições eclesiais. Também traz reflexões sobre os biomas e os povos originários, sob a perspectiva de São João Paulo II, Bento XVI e o papa Francisco. Ao final, são apresentados os objetivos permanentes da Campanha, os temas anteriores e os gestos concretos previstos durante a Campanha 2017. 

 
Cartaz 

Para colocar em evidência a beleza natural do país, identificando os seis biomas brasileiros, o Cartaz da CF 2017 mostra o mapa do Brasil, em imagens características de cada região. Compõem também o cenário, como personagens principais, os povos originários; os pescadores e o encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil, acontecido há 299 anos. Além da riqueza dos biomas, o cartaz quer expressar o alerta para os perigos da devastação em curso, além de despertar a atenção de toda a população para a criação de Deus.
Adquira o material da CF 2017 no site das Edições CNBB.
Fonte:CNBB




O Encontro Catequético
         “A pedagogia catequética tem uma originalidade específica, pois seu objetivo é ajudar as pessoas no caminho rumo à maturidade na fé, no amor e na esperança”. (DNC 146)
           O encontro de catequese não é uma aula, e não há aluno e professor, mas catequizando e
catequista. O encontro catequético é um encontro de fé, espaço privilegiado de educação e
amadurecimento da fé. O encontro é uma feliz oportunidade para aprender, ensinar, sentir, criar, descobrir e experenciar. A catequese é exigente! Não dá para ficar com aquela idéia de que basta ter boa vontade para fazê-la. Todos devem estar preparados para a catequese: o catequizando, o qual deve estar motivado para participar e o catequista, o qual deve ter preparo e testemunho de fé. A
comunidade também tem um papel importante para a catequese, como escola de comunhão e
acolhida e ambiente propício para a iniciação e o testemunho da fé.
          A metodologia da Catequese é a metodologia da Igreja. Ela contempla alguns passos
importantes: VER – ILUMINAR – AGIR – CELEBRAR - AVALIAR. Dentro do encontro
catequético, estes momentos podem ser contemplados. Mais do que nunca, o século XXI exige de nós catequistas uma nova maneira de evangelizar e catequizar as crianças, jovens e adultos. Sonhamos com uma catequese que parta da realidade, que seja iluminada pala Palavra de Deus. Sonhamos com uma catequese que valoriza os laços de amizade e os sentimentos. Sonhamos com uma catequese comprometida com os valores do Reino de Deus. Sonhamos com uma catequese que conduza nossos catequizandos a serem autênticos e fiéis seguidores de nosso Mestre Jesus. Para que isso aconteça, não existem receitas prontas. Existem caminhos que precisam ser trilhados. Cabe a cada catequista, de acordo com sua realidade, descobrir qual o melhor método (caminho) a ser seguido para que a catequese alcance seu objetivo de construir comunidades

Trabalho em grupo: A partir de alguns textos dos evangelhos (Zaqueu, Samaritana, Discípulos
de Emaús e outros relatos), qual o método utilizado por Jesus para anunciar a Palavra e provocar
uma resposta de fé?
Do Caderno de Formação do catequista.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

CATEQUISTAS EM FORMAÇÃO: O QUE AFINAL É “SER CATEQUISTA”?

CATEQUISTAS EM FORMAÇÃO: O QUE AFINAL É “SER CATEQUISTA”?: Alguns pensam que o catequista “ensina sacramento”. Mas, antes de qualquer coisa, é aquele que professa as verdades fundamentais da nos...

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Catequese Kids: Jesus nos ensina a rezar - Planejamento do Encontr...

Catequese Kids: Jesus nos ensina a rezar - Planejamento do Encontr...:        Durante o período da quaresma a oração se torna o alimento mais importante para nossa alma e para aumentar a nossa fé. Desta forma, é interessante falar com as crianças sobre a oração e principalmente em como Jesus, Nosso Senhor, nos ensina a rezar.

  Motivação (ver): 
  
     - Começar com um canto que fale de oração.
     - Questionar: o que é rezar?

 Para conversar com os catequizandos:

 - Vamos escutar uma pequena história:
   
    Joãozinho gostava de muito de seu pai e fazia tdo o que ele queria. Certo dia, resolveu pedir, de presente, uma bicicleta.
    - Papai, disse ele, o senhor pode me dar um presente? Gostaria tanto de ter uma bicicleta.
    - Meu filho, respondeu o pai, você sane que somos pobres e será muito dificil, mas vamos ver se conseguimos comprar a bicicleta, fazendo economia.
    Passado algum tempo. Joãzinho tornou a insistir:
   - Mas Papai, e o meu presente?
   O pai tinha pena do filho porque ele era muito bom e o amava. Sr. Pedro, pai de Joãozinho, resolveu fazer-lhe uma surpresa e dar-lhe a bicicleta. O pai respondeu ao menino:
   - Continue sendo bom e um dia você terá seu presente.
   Um dia o menino correu para junto de seu pai e disse: 
   - Papai,  sabe o que sonhei esta noite? Sonhei que estava trabalhando lá em casa e um carteiro entregou-me uma carta. Na carta dizia: Joãozinho, você é um menino trabalhador, estudioso, bom e gosta dos seus pais, por isso, receberá um presente.
   Não acabei de ler o resto da carta porque acordei. Será que estava escrito que iria ganhar uma bicicleta?
   O pai abraçou o filho e, comovido, contou-lhe o segredo:
   - Já comprei a sua bicicleta e a guardei. Você a merece.
   Joãozinho ficou muito contento e agradecido. Olhava para o pai mas não sabia nem o que devia falar.

Colocação do tema (julgar)

   - O catequista deverá abrir a Bíblia e ler com os catequizandos diversos textos que falem de oração.
   - No evangelho, Jesus diz: " Pedi e recebereis, buscai e achareis" (Lucas 11,9)
   - Jesus também pedia ao Pai... agradecia... conversava... Sabe o que é isto? Isto é oração. Quando Jesus rezava? De manhã (Lc 6, 12), de noite (Mc 1,35), nas alegrias ( Lc 10,21), na tristeza (Lc 22,41) e pedindo.

    Jesus também nos ensinou a rezar:
    Quando quiser rezar diga: Pai Nosso... ( Mt 6,9-13).

    É necessário rezar: 

    - com confiança, acreditando que Deus pode tudo: (cfr. Lc 12,22s; 11, 11-13)
    - com perseverança, isto é, todos os dias, sempre. (cfr. Lc 11,5-8).

   Jesus nos ensinou a rezar porque nos ama, quer que conversemos muito com Ele.

Agir transformador

    - Incentivar os membros da familia para rezarem juntos antes das refeições e em outros momentos, buscando a união da família.
    - Rezar todos os dias o Pai Nosso e ensiná-lo às pessoas que ainda não sabem rezar e motivá-las para viverem a fraternidade e o perdão.

Atividades
   
    - Procurar na Bíblia textos sobre oração, no Evangelho de Lucas.

Celebração

    Começar com instantes de silêncio, buscando conversar com Deus que está dentro de nós. De mãos dadas, em sinal de amizade, rezar juntos (ou cantar) o Pai Nosso. Fazer algumas orações espontâneas, pedindo uns pelos outros. Pedir pelos doentes, pelos pobres, pelo Brasil, pelas crianças, pelas familias, pelas comunidades.
    Pode-se fazer uma amigo-secreto de oração. Assim um reza pelo outro durante a semana.

Oração final.

Fonte: Livro do Catequista: fé, vida, comunidade. Diocese de São Paulo. São Paulo: Paulus, 1994.


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Imagem: http://files.divinasementekids.webnode.com.br/200000233-00ed101e4e/RODA%20DE%20ORA%C3%87%C3%83O%20-%201.jpg